Mais um das antigas…

Fins de semana em dias de TCC não são muito legais: ou você  está estudando ou você está escrevendo. Meus dias ultimamente se resumem a batucar o teclado do micro ou batucar o teclado do palm. Aliás, graças ao teclado do palm é que estou realizando finalmente o que imaginei quando comprei o TX: usá-lo na faculdade como ferramenta eficiente de processamento de dados.

Comprei o palm em setembro de 2010, e foi somente em junho de 2011 que comecei de fato a usá-lo para digitar textos de faculdade. Nada contra o reconhecimento de escrita ou o teclado virtual, mas para acompanhar o ritmo de uma aula, somente com teclado. Por falar em teclados, vou expor um retrospecto rápido sobre o assunto: desde o lançamento do Pilot, lá pelos idos de 1998, já se sentia falta de um dispositivo de entrada para expandir as possibilidades do pequeno computador. Até então, os handhelds com seus teclados semiprofissionais dominavam o mundo do processamento de texto em viagem. Velos, Psions, Phenons e Cassiopeias dominavam este nicho, e os pequenos Pilots, mesmo sendo mais ágeis e estáveis eram preteridos pela falta de teclado. Com a consolidação do Palm como computador de bolso, logo surgiram soluções para dotar o aparelhinho de um modo de entrada de texto mais ortodoxo. Os primeiros teclados ligavam-se ao Palm através da porta proprietária serial, possuiam cabo de dados e não eram dobráveis: a idéia era de que os  teclados deviam ficar no escritório, enquanto o Pilot passeava… Depois, sempre devido à demanda, surgiram os modelos dotados de porta IrDA – a famoso e pouco usado infravermelho, fixos e dobráveis. Extremamente práticos e úteis, eram dobráveis e se adaptavam a todo o ambiente. Por último, já no ocaso da Palm One, surgiram os teclados portáteis com portas Bluetooth, universais na linha PalmOne e compatível com alguns modelos de Pocket PCs. Do ponto de vista técnico, são periféricos de boa construção e portabilidade. Os modelos “wireless” utilizam pares de pilhas para funcionar; o consumo é muito baixo e a autonomia é monstruosa: a esse momento devo ter dado uns trinta mil toques no teclado e o indicador ainda mostra o status da bateria como “full”. Quando do lançamento, um acessório destes não saía por menos de R$ 400,00. Hoje em dia, com um pouco de sorte, se consegue um que esteja em boas condições por menos de R$ 50,00. O meu mesmo custou apenas R$ 30,00 – mas é bom lembrar que o meu modelo é infravermelho, e não goza de todas as vantagens de um modelo Bluetooth. Para que o meu texto nao fique incompleto e nem que estiver lendo-o xingue a minha mãezinha (que está em Londrina cuidando de minha avozinha), vou fazer um comparativo ligeiro entre os três modelos. Vejam a tabela abaixo:

Modelo
Serial
IrDA
Bluetooth

Lançamento
1998
2001
2004

Alimentação
Bateria principal do Palm
2 pilhas AAA
2 pilhas AAA

Dobrável?
Não
Sim
Sim

Cabo?
Sim
Não
Não

Compatibilidade
Palm
Palm / Pocket PC
Palm / Pocket PC

Uma característica bacana do Bluetooth é que você não precisa equilibrar o palm no teclado para digitar: até uns trinta centímetros de distância você pode deixar distante para trabalhar. Isso é útil para  se trabalhar em uma mesa ou mesmo no colo. Estou à procura de um teclado Bluetooth: quem tiver um para me vender, compro à vista e pago o frete (via PAC dos Correios). Por hoje é só.

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