Aparelho novo no acervo

Após alguns poucos dias sem meu Mox Pad, cheguei à conclusão de que a Era Android me arrastou para o futuro. Além do salto tecnológico que o Uberoid proporcionou, há o knowledge base adquirido no período, valioso demais para ser desperdiçado.

Reconheço que a compra de um aparelho Android não era minha motivação quando decidi buscar um substituto para o Mox. Tinha em mente algo como um netbook ou mesmo um notebook, mas como tinha limitação orçamentária não pude me levar pelo surto consumista. E diga-se de passagem que as ofertas eram muito tentadoras: gritantes demais para serem ignoradas. Se tivesse saído de casa com o propósito de comprar um tablet teria corrido até a MR Distribuidora e teria repetido o ritual de compra de 2012, pois além dos preços semelhantes, haviam os custos associados (transportes, alimentação, despesas bancárias, etc.) e o risco inerente de uma viagem relativamente longa.
Logo, seria realmente um contra senso comprar um tablet. Porém, as ofertas que encontrei não tiveram apelo suficiente, seja por falta de qualidade, seja por garantias duvidosas, seja pelo preço fora da minha possibilidade. Após horas de busca e pesquisa, rendi-me às circunstâncias e fui buscar um tablet.
Com uma vaga descrição do que seria uma boa configuração, rodei de loja em loja, de box em box, de quiosque em quiosque até fechar a decisão entre dois modelos: um Mox Pad 7002g e um Genesis GT 7301. O primeiro avaliado foi o Mox, por motivos óbvios: foram observados configuração, preço, qualidade de acabamento e sistema operacional. O Mox perdeu pelo sistema operacional e pela configuração. O Genesis levou a melhor, e foi adquirido pela bagatela de trezentos reais e alguns s quebrados.
Os detalhes da configuração podem ser vistos aqui. Como foi adquirido há cerca de vinte dias, ainda é cedo para escrever textos profundos sobre o aparelho em si, mas posso adiantar que o Android Jelly Bean é surpreendente, em ambos os sentidos.

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2 comentários sobre “Aparelho novo no acervo

  1. Estou gostando bastante do Genesis. O sistema operacional é muito mais sofisticado que o Froyo, com funções avançadas de gerenciamento nativas. O log de bateria é nativo, bem como o tráfego de dados e outros subsistemas. Além disso, aparentemente o tablet é mais econômico, mantendo bom nível de carga durante todo o expediente de trabalho. Uma coisa importante a se fazer é aplicar o update do sistema operacional assim que se adquire o tablet; alguns problemas de desempenho se resolvem com ele.

  2. Ia me esquecendo: o Genesis já vem com o superusuário ativo, e é possível “desativar” aplicativos – desativação remove o link do aplicativo no drawer mas mantém a instalação, podendo ser reativado quando necessário.

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