Minha experiência com processadores AMD

Meu primeiro computador foi um AMD. Computadores AMD são os mais vendidos atualmente. Tive alguns AMDs em minhas mãos nestes anos todos.

1997
AMD 386DX-40, 8 MB, HD 270 MB
2006
AMD K6-2 266, 96 MB RAM, HD 10 GB, gravador de CD, vídeo, som onboard, modem, rede.
2007
AMD Athlon XP 2000+, 1.67 Ghz, 512 MB RAM, HD 40 GB, gravador de CD, som,vídeo,rede, USB onboard, modem AMR

São estas as minhas experiências com esse fabricante, e a seguir descreverei as máquinas que tive com mais detalhes.

***

O início

Em agosto de 1997 fui obrigado a comprar um equipamento simples, para treinar programação em casa. Com o parco salário de digitador não pude comprar nada muito avançado, e minha escolha acabou por cair sobre o famigerado 386DX-40 da AMD. Apesar de ser um processador honesto, coerente com suas aplicações, sofreu com placas-mãe ruins.

Meu computador era problemático, e grande parte de seus problemas era gerada pelo conjunto placa-mãe / memória. Talvez com um conjunto melhor o processador poderia mostrar trabalho.

Quatro anos se passaram até o próximo AMD parar em minha oficina. De passagem, um K6 de 233 Mhz sofreu manutenção corretiva e preventiva para ser revendido, e novamente tive má impressão da máquina. Dessa vez foi o processador: com perigosa tendência ao super aquecimento, seu funcionamento era errático e muito instável. Levou muito tempo para essa má impressão desaparecer…

***

Ôpa, tem um AMD em minha mesa…

Em janeiro de 2006, fui presenteado com um AMD. Para falar a verdade, ganhei uma sucata, encostada na oficina de meu irmão há anos, sem peças e sem uso. Após desmontagem e limpeza delicada, que incluiu banhos de isopropanol e até Veja multi-uso, vejo nascer um computador verdadeiramente bom: um AMD K6-2, de 266 Mhz, em uma placa-mãe Super7 completinha, com som e vídeo onboard. Após extensos testes de estabilidade, foi efetivada como segunda máquina da oficina, no lugar de um MMX 200. Fiquei pouquíssimo tempo com este micro, pois fui praticamente obrigado a vendê-la, haja visto a insistência de um cliente em comprar o bendito K6-2. Sua última configuração foi: gabinete Nilko (Macintosh Style) convertido em babyATX, 96 MB RAM híbrida (EDO 72 vias e DIMM 168 vias), vídeo e som onboard, HD 10 GB, gravador de CD,floppy drive, USB, interface de rede e modem.

Em julho de 2007, após uma série de excelentes negócios, adquiri meu computador mais potente até hoje: um autêntico Athlon XP 2000+. O número após o nome impressiona: o fabricante promete o rendimento de um Pentium 4 de 2 Ghz, em um chip que consome 35% menos energia e que custa pouco mais da metade do preço de um equivalente da Intel. Exageros à parte, trata-se de um computador muito bom, estável e rápido. Seu único calcanhar-de-Aquiles é a refrigeração: é necessário um conjunto ventilador-dissipador-exaustor muito eficiente para operação sem problemas. Meu micro possui ventilador auxiliar, e não tenho superaquecimento. Essa máquina me fez abrir o coração (e o bolso) para a AMD. Meu irmão trocou todo seu parque de máquinas para os AMD-baseados. Pela minha última contabilidade, temos ao todo quatro AMDs, a saber: 1 Sempron 2400+, um Sempron 2500+,um Athlon-64 e um Athlon XP.

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