Um mês de Genesis GT-7301

Hoje resolvi escrever sobre minha experiência de um mês com o Genesis GT-7301. Em primeiro lugar, devo colocar aqui como é o meu uso e o que eu observo no funcionamento do aparelho.

Eu uso rede, internet, processamento de textos e imagens, captura de telas, fotografias, vídeos, ouço músicas e gravo áudio. Eventualmente faço minha agenda, anoto meus gastos e mantenho uma carteira de senhas. O uso é pesado, e a média de tempo é de duas horas. Logo, tenho tempo e material suficientes para escrever algo coerente sobre minha experiência.

Quanto ao hardware, posso dizer que o GT-7301 está entre decente e bom. Processador WM8850, rodando a até 1,5 gigahertz, ajudado por uma GPU Mali de 400 megehertz. Tanto o processador quanto a GPU são pretensamente dual core, e contam com 512 megabytes de RAM operacional e pelo menos 4 gigabytes de armazenamento. A tela de 7″, com resolução de 1024 x 600 é capacitiva e bem brilhante. Possui duas câmeras, frontal VGA e traseira de 1,3 megapixel e som estéreo. Uma porta HDMI, micro USB e USB Host. Jack de fone de ouvido e Jack do carregador.

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Imagem ilustrativa, retirada do site.

A construção é firme, os materiais parecem ser de boa qualidade. A embalagem é boa, firme e bem protegida com lacres e selos. O aparelho traz uma capa conjugada com uma carapaça que protege bem o aparelho. O Gt-7301 é produzido nas cores preta e branca. Um ponto a favor da Evertek, que oferece película sobressalente, para reposição da que vem pré instalada. O manual é poliglota (português, inglês e espanhol), ilustrado e colorido. Eu diria que esse deveria ser o padrão de apresentação para qualquer produto tecnológico disponível em nosso mercado. Em tempo: o tablet possui função de navegação similar ao GPS: com a ajuda de uma conexão com a internet é possível traçar e acompanhar trajetos em tempo real (fiz isso)

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O aparelho é agradável de se usar. E deve-se usa-lo como tablet. Explico: apesar de ser perfeitamente possível usar teclado e mouse no aparelho, é visível a falta de facilidades de interface para se utilizar dispositivos de entrada. O contrário não é verdadeiro: o toque na tela e os comandos gestuais fluem com naturalidade.

Quanto ao software, inicio aqui meus comentários. Em primeiro lugar, vim de uma experiência anterior com o Android. Usei um smartbook com o Froyo instalado – doze meses com a instalação padrão e dois meses com o Uberoid e já conhecia as idiossincrasias do sistema. Ponto positivo para a Evertek, empresa que produz o tablet, que escolheu uma versão do Android perfeita para o hardware oferecido. A propósito, o Android aqui é o Kelly Bean, ou 4.2.1 na numeração oficial. Fiquei impressionado com a evolução do software em apenas três anos – praticamente tudo foi melhorado, corrigido, limado, lustrado. Todas as coisas irritantes do Froyo sumiram. Muitas coisas que precisavam de aplicativos de terceiros foram incorporadas ao sistema, e fornecem informações bem completas sobre autonomia de bateria, tráfego de dados, uso de memória, gerenciamento do sistema e administração de usuários.

Minha Home Screen
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Criei grupos de ícones, separados por temas. Função muito útil para evitar passeios pelo Drawer.

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