Foi-se outro palm… e dessa vez sem prejuízo!

Durante algum tempo dediquei-me a um antigo desejo: ter uma coleção de palmtops. Cheguei a ter oito, de vários modelos: Palm m100, TX, E2, Z21 fora as CASSIOPEIAS. A coleção parou de crescer quando comprei meu primeiro aparelho Android, e começou a encolher quando a E-125 estragou e tive de descarta-la. Pouco tempo depois foi a vez da EG-800, que apresentou problemas nas botoeiras e também foi dramaticamente descartada.

Do lado dos palms, a coisa também não foi tranquila: o E2 da minha esposa apresentou problemas na tela, e tive de canibalizar uma das minhas unidades E2 para repara-la. Assim, fiquei com o seguinte inventário: um Palm TX, dois E2 (um operacional), um Z21, um Visor (da Handspring) e um m100.

O inventário diminuiu novamente quando vendi meu TX em dezembro. A tela já tinha perdido a sensibilidade na parte superior direita e eu já não tinha interesse em tentar conserta-lo (onde o Android repousa, o Palm não pousa). Logo, foi melhor vender. E então minha coleção reduziu-se a quatro unidades, ou seja, metade da coleção em seu auge. E o prognóstico é sombrio: tenho dois aparelhos Android, gosto da plataforma e não pretendo investir mais em aparelhos Palm ou aparelhos que carregam o Windows Mobile em qualquer encarnação.