O triste fim da EG-800

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Eu tive uma unidade bem parecida com a foto acima, e ficou comigo dois anos. De repente começou a apresentar problemas nas botoeiras e descarregava a atriz muito rápido. Chateado com a perda iminente de outro equipamento, pois é impossível recuperar uma Cassiopeia hoje em dia, joguei a infeliz de uma ponte perto aqui de casa. O aparelho caiu na água, foi arrastado por alguns metros e prendeu-se a uma rebarba do concreto da calha do rio. Imediatamente a tela ligou, e como já era noite quando eu cometi meu crime ambiental, pude assistir ao espetáculo bizarro do palm funcionando debaixo d’água. Mais bizarro foi passar pela mesma ponte na manhã seguinte e ainda perceber que o aparelho estava ligado. Triste fim.